Este ano, o maior Carnaval do planeta faz uma homenagem ao seu palco principal: a rua. O Carnaval de rua de Salvador voltou a crescer. É cada vez mais harmônica a convivência entre atrações pagas e atrações gratuitas. Vem curtir a rua no Pré-Carnaval do Furdunço e Fuzuê. Nos Circuitos Oficiais e no Carnaval dos Bairros. Vem curtir a liberdade de sair para brincar como quiser. A rua é de todos e espera por você.

 

Passeio pela história do Carnaval

 

Nos primórdios, o Carnaval de Salvador era um fenômeno de convívio social e familiar. Os foliões se reuniam em clubes para bailes. Mas a festa maior sempre foi na rua, onde as pessoas andavam fantasiadas e as crianças se divertiam.

Com a invenção da guitarra baiana e do trio elétrico, na década de 1950, o Carnaval de clube foi diminuindo enquanto, nas ruas, a folia crescia, com pequenos blocos de mortalha misturados à vasta multidão. No final da década de 60 esse era o apogeu da liberdade em plena ditadura militar – “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu”.

Com a redemocratização e o crescimento da festa, trios associados a blocos de corda, formado por foliões uniformizados de abadá, passaram a dominar o Carnaval, num movimento de privatização da rua que evoluiu para os megablocos e os megacamarotes.

Agora a tendência momesca é a recuperação da rua como espaço democrático. A rua volta a ser de todos, a agregar a diversidade contemporânea do Carnaval. Tem o camarote e o bloco de abadás, mas também tem o trio independente, a fanfarra, a bandinha, o batuque. Redescobrimos a verdadeira passarela que faz a maior festa do mundo.

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